24 setembro 2010

Alumínio em fachadas




As chapas de revestimento de alumínio são de material composto rígido resistentes a impactos, ruptura e à pressão. Possuem também grande resistência à flexão, o que garante a excelente planicidade. Sua rigidez é determinada pelas lâminas de cobertura de alumínio de espessuras que variam de 3 a 5 mm.

Aplicações:

*Revestimento de fachadas
*Fechamentos
*Decoração de interiores
*Decoração de stands e mostruários
*Painéis publicitários
*Sinalização de imagem corporativa

23 setembro 2010

Placa cimentícia


A Eterplac Wood é uma placa cimentícia de fibrocimento produzida com a tecnologia CRFS – Cimento Reforçado com Fio Sintético. A placa já vem texturizada e com uma pintura especial, dando um acabamento tipo “madeirado”. Em função de suas características, apresenta boa performance técnica, é durável, flexível e resistente à umidade.
Pode ser usada em fechamentos externos, paredes internas, fachadas, construção steel frame, entre outras. Disponível nas espessuras 8 e 10 milímetros, com 1,20 metros de largura e comprimentos de 2,00 e 2,40 metros.


MODULAÇÃO

Para paredes internas e externas, devem ser utilizados montantes e guias metálicos de aço galvanizado de, no mínimo, 0,95 mm em fachadas. Pode-se utilizar perfis tubulares também de aço galvanizado.
A distância entre montantes deverá ser dimensionada em função das particularidades de cada obra, respeitando-se os valores máximos conforme a tabela da Eternit.

13 setembro 2010

Corian - DuPont

Tanto a entrada como a escadaria desse prédio de escritórios, no centro de Estocolmo, não recebem luz natural. Como primeiro edifício da cidade a receber certificação LEED®, era importante que esse ambiente replicasse a sensação positiva da luz solar.
Para solucionar esse dilema, no projeto, chamado de "Daylight Entrace", do designer norueguês Daniel Rybakken quis simular a luz do dia nessa escada escura. As paredes da escada foram revestidas com a superfície sólida DuPont™ Corian® e painéis de luzes LED foram colocados atrás desse revestimento.

Projeto Daylight Entrance do designer Daniel Rybakken e fotos de Sanner Kalle.

Este back-light criou pontos de luz nas paredes, como se fossem o reflexo do sol entrando pelas janelas.“Minha intenção com este projeto era incorporar elementos e teorias sobre luz diretamente na arquitetura.” diz Daniel Rybakken.

Painéis com iluminação LED instalados sob o revestimento de Corian®.A instalação consiste em mais de 6.000 LEDs.


Nas paredes revestidas com Corian®, as áreas das "janelas" foram rebaixadas com CNC, para destacar a retroiluminação com os painéis de LED.


Efeitos de luz
A translucidez de Corian® encanta arquitetos e designers que querem adicionar o elemento luz em suas criações de uma forma totalmente nova.

04 setembro 2010

Brise

Edifício Copan, São Paulo, 1951.
O brise é um dispositivo arquitetônico utilizado para impedir a incidência direta de radiação solar nos interiores de um edifício, de forma a evitar aí a manifestação de um calor excessivo. Foi um dos principais elementos compositivos utilizados pela arquitetura moderna, sendo ele próprio um ícone de movimentos arquitetônicos como o international style, embora dispositivos similares sejam encontrados em obras mais antigas. Credita-se ao arquiteto franco-suíço Le Corbusier a sistematização (e, dependendo da fonte consultada, a própria invenção) dos brise-soleils. Sua obra conhecida como Unidade de habitação de Marseille faz uso bastante profundo dos brises, sendo que tais elementos possuem papel de destaque na constituição da linguagem daquele edifício.

Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro.
Os brises podem ser compostos de materiais diversos, sendo comuns o concreto, a madeira e o alumínio. Normalmente caracterizam-se como uma série de lâminas, móveis ou não, localizadas em frente às aberturas dos edifícios. No caso de serem móveis, permitem que conforme a necessidade e a conveniência, sejam regulados para aumentar ou diminuir a insolação no recinto em questão.


Exemplos célebres de edifícios que têm nos brises elementos fundamentais de sua composição são o Palácio Gustavo Capanema (no Rio de Janeiro, sendo este o primeiro edifício conhecido a fazer uso de brises móveis no mundo) e o Copan, em São Paulo.


Planta do Edifício Copan, São Paulo.